São Bernardo do Campo, Segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Finanças

Dólar avança após queda recente e termina o dia cotado a R$ 5,1114

Moeda subiu 0,44% em meio à tensão no Oriente Médio e a acontecimentos no STF; queda acumulada no ano ficou em 6,88%.

Dólar avança após queda recente e termina o dia cotado a R$ 5,1114

O Banco Central informou que o fluxo cambial total do Brasil ficou negativo em US$ 6,693 bilhões em setembro até o dia 4. No mesmo dia, a autoridade monetária vendeu 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolar o vencimento de 1º de outubro, sem impacto nas cotações.

A movimentação ocorreu em uma sessão de recomposição de posições em dólar depois de recuos recentes. A moeda norte-americana encerrou a quarta-feira cotada a R$ 5,1114, com alta de 0,44%. Com o resultado, passou a acumular queda de 6,88% no ano.

No mercado futuro, o contrato para outubro subia 0,43% às 17h09, negociado a R$ 5,1350 na B3. Às 17h16, o índice do dólar, que compara a moeda dos Estados Unidos com uma cesta de seis divisas, avançava 0,05%, para 98,829.

No cenário doméstico, os investidores acompanharam decisões envolvendo o Supremo Tribunal Federal. O ministro Flávio Dino determinou a reintegração de Andrei Passos Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal. Leandro Almada, diretor de Inteligência da PF, também voltou ao posto. As decisões ocorreram um dia depois de André Mendonça ordenar o afastamento dos dois.

Mendonça está envolvido em uma disputa com Alexandre de Moraes no inquérito do Banco Master. Moraes é citado como um dos principais alvos de Flávio Bolsonaro na disputa eleitoral com Luiz Inácio Lula da Silva. O senador avançou nas pesquisas mais recentes e permaneceu em empate técnico com Lula.

No exterior, o Irã informou ter atacado dez navios no Estreito de Ormuz, após os Estados Unidos afundarem cinco petroleiros iranianos. O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a guerra com o Irã só terminaria depois das eleições norte-americanas de novembro.

O petróleo Brent superou US$ 100 o barril, enquanto os rendimentos dos Treasuries subiram. Para Vitor Kayo, economista sênior da Nomad, os novos ataques no Golfo Pérsico elevaram o petróleo e reacenderam o temor de pressão inflacionária global antes de decisões de política monetária na zona do euro, no Japão e nos EUA.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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