São Bernardo do Campo, Segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Carros

Volkswagen testa SUV híbrido nacional com carroceria definitiva

Projeto Saga terá visual próprio, dimensões maiores que o T-Roc europeu e duas opções de motorização híbrida flex.

A Volkswagen iniciou os testes de rua dos primeiros protótipos do Projeto Saga com a carroceria definitiva. O SUV, que será produzido no Brasil, terá diferenças de desenho em relação ao T-Roc vendido na Europa e contará com sistemas híbridos flex.

Mesmo coberto por camuflagem, o protótipo revela alterações na traseira. As lanternas parecem ter um padrão diferente na luz de freio, enquanto o recorte da tampa do porta-malas também muda, principalmente nos cantos laterais.

Os adesivos usados para esconder a carroceria ainda indicam mudanças na coluna C e uma janela vigia com formato inédito. O modelo também aparece mais alto em relação ao solo, sinal de um acerto próprio de suspensão para a versão brasileira.

Dimensões maiores que as do T-Roc

O Projeto Saga será ligeiramente maior que o T-Roc europeu. O modelo vendido na Europa mede 4,37 metros de comprimento e tem 2,63 metros de entre-eixos. Já o SUV nacional deverá ficar entre 4,40 m e 4,50 m de comprimento, com entre-eixos entre 2,65 m e 2,70 m.

A estratégia é parecida com a adotada no T-Cross. Quando chegou ao Brasil, em 2019, o modelo tinha 4,20 m de comprimento e 2,65 m de entre-eixos. Na Europa, as medidas eram de 4,12 m e 2,56 m, respectivamente.

Dois sistemas híbridos flex

A Volkswagen prepara duas alternativas mecânicas para o Saga. A primeira será um sistema híbrido leve, chamado MHEV, de 48 Volts, emprestado da picape Tukan. A segunda será um sistema híbrido pleno, do tipo HEV.

As duas configurações usarão o motor 1.5 TSI Evo2. Inicialmente, esse propulsor será importado do México. A produção nacional está prevista para começar em 2031, em São Carlos (SP).

Entre os equipamentos previstos estão o freio de estacionamento eletrônico e o câmbio com seletor giratório, no lugar da alavanca tradicional. As versões mais caras terão teto solar, recurso que será oferecido pela primeira vez em veículos produzidos em São Bernardo do Campo. Hoje, veículos com esse equipamento são fabricados no complexo de São José dos Pinhais (PR), como o T-Cross.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5