São Bernardo do Campo, Segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Carros

Tracker e Montana híbridos chegam ao mercado brasileiro em janeiro

Chevrolet prepara versões com motor 1.2 turbo flex e sistema híbrido leve de 48 volts para SUV e picape.

As versões híbridas do Chevrolet Tracker e da Montana devem chegar às lojas brasileiras em janeiro. Os dois modelos usarão o motor 1.2 turbo flex de três cilindros combinado a um sistema híbrido leve, conhecido como MHEV, de 48 volts.

A Chevrolet ainda não divulgou todos os detalhes da motorização. O conjunto, porém, será o primeiro sistema eletrificado da General Motors no mundo com capacidade para funcionar tanto com gasolina quanto com etanol.

Como será o sistema

O sistema de 48 volts pode aumentar ligeiramente a potência e o torque em situações específicas, como ultrapassagens e retomadas. Também pode reduzir o esforço do motor a combustão, com possível impacto no consumo de combustível e nas emissões.

Ainda não foi informado se o sistema da Chevrolet permitirá que os veículos se movimentem usando apenas o motor elétrico. Essa possibilidade não existe nos sistemas MHEV da Stellantis.

O motor 1.2, sem eletrificação, entrega 141 cv de potência e 22,9 kgfm de torque. No Tracker, o conjunto atual registra 7,7 km/l na cidade e 10 km/l na estrada com etanol. Com gasolina, as médias são de 11,2 km/l e 14,1 km/l, respectivamente.

Na Montana, os números atuais são de 7,5 km/l e 9,7 km/l com etanol, além de 11 km/l e 13,5 km/l com gasolina, na cidade e na estrada.

Produção e concorrentes

Tracker e Montana híbridos terão como principais concorrentes as versões MHEV de Jeep Renegade e Fiat Toro. A produção dos dois modelos será concentrada na fábrica de São Caetano do Sul, em São Paulo. A tecnologia da GM terá 48 volts, enquanto a Stellantis utiliza um sistema de 12 volts nesses modelos.

O motor 1.2 híbrido flex será produzido na unidade de Joinville, em Santa Catarina, que está sendo preparada para montar o novo conjunto. Até 2028, a GM prevê investir cerca de R$ 10,5 bilhões no Brasil.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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