São Bernardo do Campo, Segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Carros

GM avalia sedã Chevrolet de nova energia para o mercado brasileiro

Modelo compacto pode ter versões elétrica e híbrida plug-in, mas ainda não há detalhes sobre bateria, autonomia ou lançamento.

A General Motors estuda lançar no Brasil um sedã compacto de baixo custo com a marca Chevrolet. O modelo está sendo desenvolvido na China em parceria com a Saic Motor e pode ter versões totalmente elétrica e híbrida plug-in (PHEV).

O veículo foi mostrado coberto durante uma conferência em Liuzhou, na China, ao lado de Thomas Owsianski, presidente da General Motors na América do Sul. Na ocasião, a GM anunciou a renovação da parceria com a Saic, chamada SGMW, voltada ao desenvolvimento de produtos da Wuling para o mercado sul-americano.

A fabricante não revelou o nome nem o desenho do sedã. A apresentação indicou apenas que se trata de um “NEV sedan”. A sigla NEV, de New Energy Vehicle, é usada para identificar veículos de nova energia e pode incluir modelos elétricos e híbridos.

Possível chegada ao Brasil

A presença de Owsianski no evento aumenta a possibilidade de o sedã ser vendido no Brasil, onde a Chevrolet já oferece os elétricos Spark EUV e Captiva EV. A estratégia da empresa também prevê a chegada do Captiva PHEV e de um hatch elétrico compacto que deve se chamar Joy EV.

Por seguir a proposta de nomenclatura do hatch, o novo sedã pode receber o nome Joy Plys EV. Essa possibilidade ainda não foi confirmada pela Chevrolet.

O projeto também se diferencia dos modelos já lançados pela marca no país. Spark EUV, Captiva EV e Captiva PHEV são versões rebatizadas de veículos chineses da Baojun e da Wuling. O novo sedã, por outro lado, é descrito como um produto inédito, com desenvolvimento específico para a parceria entre GM e Saic.

Ainda não há informações sobre motorização, capacidade da bateria ou autonomia. O desenho permanece desconhecido. As imagens divulgadas mostram o FNR-XE Concept, estudo de sedã elétrico esportivo apresentado pela Chevrolet em 2022, e não necessariamente o modelo que está em avaliação para o Brasil.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5