Dino aponta possível liderança de Mario Frias em investigação sobre desvios
Decisão do STF retirou o sigilo de documentos e reuniu inquéritos sobre possível desvio e ocultação de verbas públicas.
Decisão do STF retirou o sigilo de documentos e reuniu inquéritos sobre possível desvio e ocultação de verbas públicas.
Deputado e mulher são alvos da terceira fase da Operação Transparência, que apura negociações ligadas a processos em tribunais superiores.
Investigações apontam documentos falsos, empresa de fachada e pagamento de R$ 146,5 milhões ao ex-presidente do BRB.
Bravo Grafeno e ao menos 16 empresas ligadas a Antonio Carlos Camilo Antunes aparecem registradas na mesma sala em Águas Claras.
Augusto Cury ganhou espaço entre os candidatos nanicos; diálogos expõem proximidade de Alexandre de Moraes com Daniel Vorcaro.
Novo pagamento ocorreu em setembro de 2025 e elevou para US$ 12,3 milhões o total destinado à cinebiografia de Bolsonaro.
Paulo Henrique Costa tinha 16 pistolas, cinco fuzis, um revólver e milhares de munições, segundo documentos da PF.
Armas estavam escondidas em um furgão que saiu de São Paulo e seguia para a capital fluminense.
Defesa afirma que o eleitor precisa ter acesso a informações sobre investigações antes das eleições de 2026.
Antonio Carlos Freixo Junior afirmou à PGR ter movimentado mais de R$ 1,3 bilhão para Daniel Vorcaro entre 2020 e 2025.
Decisão do STF também impede contato entre os dois investigados na operação que apura suposto desvio de recursos públicos.
Operação Make Up cumpre 49 mandados e investiga recursos públicos destinados a entidades ligadas à produção sobre Jair Bolsonaro.
Deputado Mario Frias e duas ONGs estão entre os alvos da investigação sobre possível desvio de recursos públicos.
Candidato do Avante diz que mudança daria mais autonomia à corporação e critica a perda de confiança no STF.
A operação Make Up cumpre 49 mandados em quatro unidades da Federação e apura suspeitas envolvendo recursos públicos e o filme sobre Jair Bolsonaro.
Operação Make Up cumpre 49 mandados e tem como alvos Mario Frias e Karina Gama, dona da produtora do longa.
Documentos liberados pelo STF indicam negociações com Daniel Vorcaro e gestão de valores nos Estados Unidos para o longa sobre Jair Bolsonaro.
Inquérito autorizado pelo STF apura suspeitas de lavagem de capitais, evasão de divisas e corrupção ligadas ao financiamento de um filme.
Presidenciável disse que pode apoiar Flávio Bolsonaro contra Lula se houver comprovação de que não ocorreu corrupção no projeto.
Deputados do PT afirmam que o parlamentar usou uma imagem adulterada para negar suspeitas ligadas à Operação Compliance Zero.