São Bernardo do Campo, Segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Finanças

Renan Santos pede saída de autoridades em ato no Ibirapuera

Candidato também defendeu novas investigações sobre o Banco Master, uma nova Constituição e mudanças na política de segurança pública.

Renan Santos faz ato no Ibirapuera e pede afastamento de Toffoli e Moraes do STF, de Andrei da PF e de Gonet da PGR
Foto: TV Globo

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) pediu a saída de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, e de Paulo Gonet, procurador-geral da República. A manifestação ocorreu nesta segunda-feira (7), durante um ato no Parque Ibirapuera.

As propostas foram apresentadas em um manifesto. O documento defende a continuidade das investigações sobre o Banco Master, com apuração da conduta de lideranças políticas, empresariais e do meio jurídico.

“Que se abra a caixa-preta do Banco Master e que parem todos na cadeia”, afirmou Renan.

Durante o discurso, o candidato criticou a falta de indignação da população diante dos problemas do país. Ele disse que os brasileiros estão “viciados no erro” e que não demonstram disposição para abandonar práticas tradicionais da política.

Renan também afirmou ter ficado assustado ao ver o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) nas primeiras colocações das pesquisas eleitorais. Para ele, o combate à corrupção perdeu espaço para a defesa de políticos de estimação.

O candidato disse ainda que os mais jovens são os únicos preocupados com o futuro do país e responsabilizou as gerações anteriores pela continuidade dos problemas nacionais. Também criticou escolhas políticas feitas por homens e mulheres mais velhos.

Nova Constituição e segurança pública

Renan defendeu a elaboração de uma nova Constituição e afirmou que a atual Carta e seus responsáveis fracassaram. Ele não explicou como seria convocado o processo constituinte nem quais pontos pretende alterar.

Na área de segurança pública, o candidato defendeu que policiais atirem contra criminosos armados e rejeitou a classificação dessa proposta como radical. Também disse não aceitar uma democracia que, na avaliação dele, deixa brasileiros submetidos ao crime organizado.

Ao final desse trecho do discurso, Renan afirmou que o Brasil é uma república democrática e que os direitos humanos dos brasileiros devem ser respeitados.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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