São Bernardo do Campo, Segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Finanças

GWM supera Honda e chega à sétima posição nas vendas de agosto

Marca chinesa emplacou 9.924 veículos no Brasil, 247 a mais que a Honda, e alcançou 3.8% das vendas nacionais.

A GWM ultrapassou a Honda no ranking brasileiro de vendas de automóveis e comerciais leves em agosto de 2026. A marca chinesa emplacou 9.924 veículos, enquanto a concorrente japonesa registrou 9.677 unidades. Com o resultado, a GWM ficou na sétima colocação geral e passou a responder por 3.8% do mix nacional, conforme os dados da consultoria Jato.

A diferença entre as duas fabricantes foi de 247 unidades. O desempenho também colocou a GWM à frente de Renault e Jeep no ranking do mês.

Entre os modelos da GWM, o Haval H6 foi o principal responsável pelo resultado, com 6.067 emplacamentos. O Haval H9 apareceu na sequência, com 974 unidades.

Esta foi a primeira vez que a GWM superou a Honda nas vendas de um mês. Do lado da fabricante japonesa, os registros ficaram mais distribuídos entre os principais modelos: o WR-V teve 3.445 unidades, o HR-V somou 3.279, o City Sedan alcançou 1.479 e o City Hatch registrou 1.447.

Outras marcas chinesas avançam

A BYD também se aproximou da General Motors em agosto. Quarta colocada no ranking geral, a fabricante chinesa vendeu 24.467 unidades, enquanto a GM teve 27.515 emplacamentos. A diferença entre as duas foi de 3.048 carros.

Na primeira quinzena de agosto, a BYD vinha registrando mais vendas que a GM, com o Dolphin Mini como seu modelo mais procurado. No fechamento do mês, a GM emplacou quase 5 mil carros em dois dias ao oferecer incentivos e bônus aos vendedores, mantendo a vantagem sobre a concorrente.

Entre os SUVs, o Omoda 5 HEV superou Honda HR-V, Volkswagen Nivus e Jeep Renegade. O modelo da Omoda Jaecoo teve 3.344 emplacamentos no Brasil em agosto de 2026, conforme a Jato.

O Honda HR-V registrou 3.279 unidades, 65 a menos que o SUV chinês. O Volkswagen Nivus teve 3.259 emplacamentos, enquanto o Jeep Renegade somou 3.039 novos licenciamentos.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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