São Bernardo do Campo, Segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Finanças

Durigan prevê juros menores e promete superávit no fim de gestão Lula

Ministro da Fazenda diz que governo busca organizar as contas públicas e melhorar a percepção fiscal para reduzir os juros.

Durigan prevê juros menores e promete superávit no fim de gestão Lula

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (14) que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva reúne condições para avançar na redução da taxa básica de juros. A declaração foi feita durante o Seminário Brasil Hoje, promovido pelo Esfera Brasil, em São Paulo (SP).

Durigan disse que a Fazenda pretende atuar em setores onde as empresas não demonstrarem interesse em investir. A proposta, segundo ele, combina a participação do Estado com a presença do mercado, mantendo as contas públicas organizadas.

Questionado sobre a possibilidade de queda dos juros em um eventual governo Lula 4, o ministro respondeu de forma afirmativa e categórica. Ele também relacionou o nível das taxas à situação fiscal e afirmou que o governo trabalha para melhorar a percepção sobre as contas públicas.

“O compromisso é seguir aperfeiçoando, entregando um superávit no último ano de uma gestão, de modo que tenhamos um patamar para atingir superávits recorrentes”, disse Durigan.

O ministro afirmou que o governo passou os últimos três anos e meio dando transparência e definindo caminhos para a política fiscal. A expectativa apresentada por ele é de um cenário com juros mais baixos, Estado forte e mercado forte.

Durigan também afirmou que o gasto obrigatório foi reduzido há algumas semanas. Segundo ele, o orçamento apresentado tem crescimento limitado pelo arcabouço, com aumento do gasto obrigatório abaixo da expansão geral.

Pressões internacionais

Durante o evento, o ministro atribuiu parte das pressões econômicas às instabilidades provocadas pela extrema direita no mundo. Ele citou Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e Japão, que, segundo sua avaliação, estão pagando taxas de juros para rolar suas dívidas em níveis que não eram vistos há muito tempo.

“O Estado não deve ser grande nem pequeno, e sim ter um tamanho que responda às necessidades da sociedade brasileira”, afirmou Durigan.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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