São Bernardo do Campo, Segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Brasil

Trump associa vitória republicana ao chamado Dividendo Trump de US$ 5 mil

Presidente dos EUA voltou a pedir votos para o Partido Republicano nas eleições de meio de mandato e repetiu promessa de pagamento a adultos.

Trump associa vitória republicana ao chamado Dividendo Trump de US$ 5 mil

Donald Trump afirmou que os eleitores devem apoiar candidatos do Partido Republicano nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, previstas para o início de novembro. O presidente também retomou a promessa de pagar US$ 5 mil a cada adulto americano se o partido conquistar a maioria na Câmara e no Senado.

O pagamento foi apresentado por Trump como o “Dividendo Trump”. Ele disse que o cenário americano “vai ficar melhor, vai ser algo muito especial” caso os republicanos vençam a disputa.

Durante o encerramento da convenção republicana, em Dallas, no Texas, Trump pediu que os eleitores votassem como se ele próprio estivesse entre os candidatos. “Saia e vote. Finjam que eu estou nas cédulas de votações. Eu estou!”, declarou.

O presidente também voltou a criticar o antecessor Joe Biden e o Partido Democrata. Trump afirmou que Biden e a esquerda radical democrata provocaram a pior inflação da história e transformaram as cidades americanas em locais de assassinatos. Na avaliação dele, seu governo colocou os Estados Unidos na “Era de Ouro”.

Trump disse ainda que uma vitória democrata levaria ao confisco das riquezas dos eleitores. Em seguida, relacionou a vitória republicana ao pagamento prometido de US$ 5 mil para cada adulto americano.

Antes do discurso, o presidente afirmou que seria breve. Na véspera, ele havia falado por quase duas horas na convenção. Nesta quinta-feira, 10, a fala durou quase 30 minutos.

Ao final, Trump associou a falta de voto a uma punição religiosa e pediu apoio para derrotar os comunistas e rejeitar os esquerdistas radicais, que classificou como criminosos e como pessoas que querem destruir os Estados Unidos.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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