São Bernardo do Campo, Segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Finanças

Pesquisas colocam Augusto Cury entre 7% e 11% na disputa presidencial

Sete levantamentos publicados entre 31 de agosto e 3 de setembro mostram avanço do candidato do Avante no primeiro turno.

As pesquisas que confirmam o avanço de Augusto Cury

Augusto Cury (Avante) apareceu entre 7% e 11% das intenções de voto em sete pesquisas divulgadas de 31 de agosto a 3 de setembro para o primeiro turno da eleição presidencial de 2026. O escritor, que antes não passava de 2%, chegou à faixa de dois dígitos em cinco dos levantamentos.

Os resultados foram registrados por Nexus/BTG Pactual, AtlasIntel, Real Time Big Data, Quaest, PoderData, Futura Inteligência e Datafolha. Cury marcou 11% na pesquisa Nexus/BTG Pactual; 10% na Real Time Big Data, na Quaest e no PoderData; 9,9% na Futura Inteligência; e 7% na AtlasIntel e no Datafolha.

Como ficaram os levantamentos

A pesquisa Nexus/BTG Pactual ouviu 2.005 pessoas de 28 a 30 de agosto e apontou 11% para Cury. A AtlasIntel entrevistou 5.014 pessoas de 25 a 30 de agosto e registrou 7,8%. Na Real Time Big Data, foram 2.000 entrevistados de 27 a 31 de agosto, com 10% para o candidato.

A Quaest ouviu 2.004 pessoas de 30 de agosto a 1º de setembro e também apontou 10%. O PoderData entrevistou 3.000 pessoas de 30 de agosto a 2 de setembro e registrou o mesmo percentual. A Futura Inteligência ouviu 2.000 pessoas de 27 de agosto a 1º de setembro e marcou 9,9%. No Datafolha, foram 2.002 entrevistados de 1º a 3 de setembro, com 7% para Cury.

Todos os levantamentos informaram nível de confiança de 95%. As margens de erro variaram de 1 ponto percentual, no estudo da AtlasIntel, a 2,2 pontos percentuais, no levantamento da Futura Inteligência. As pesquisas foram registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Avanço ainda não ameaça líderes

Apesar do crescimento, Cury ainda não se aproximou de Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT), que seguem à frente na disputa. O petista lidera o primeiro turno, enquanto Flávio abre vantagem de 19 a 25,9 pontos percentuais sobre o candidato do Avante, dependendo da pesquisa.

O escritor ganhou visibilidade depois do debate da Band, da entrevista no Jornal Nacional e do aumento de seguidores nas redes sociais. No Instagram, passou de 10 milhões de seguidores em menos de duas semanas. Ele tem livros publicados em mais de 70 países, e estimativas do setor editorial indicam vendas entre 35 e 40 milhões de exemplares.

Na pesquisa Quaest, 10% disseram em agosto que conheciam Cury e votariam nele. No início de setembro, esse índice chegou a 21%. Entre os que declararam intenção de votar no escritor, 52% disseram que a escolha era definitiva.

Na comparação entre as pesquisas Quaest de 14 de agosto e 2 de setembro, Cury avançou 8 pontos percentuais. No mesmo período, Lula, Flávio Bolsonaro, Renan Santos e Romeu Zema recuaram 1 ponto, enquanto Ronaldo Caiado caiu 3 pontos.

O crescimento veio principalmente de eleitores independentes. Na pesquisa deste mês, 24% desse grupo declarou voto em Cury. Na esquerda não lulista e na direita não bolsonarista, ele marcou 6% em cada segmento.

A Quaest também testou um segundo turno entre Lula e Cury. O petista apareceu com 40%, contra 34% do candidato do Avante.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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