São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Carros

Novo hatch elétrico da Geely é flagrado com tração traseira na China

Modelo identificado como E211 ficará entre o Panda EV e o EX2, mas ainda não tem nome comercial nem motorização confirmados.

A Geely prepara um novo hatch elétrico para disputar espaço com o BYD Dolphin Mini, que lidera as vendas no Brasil com vantagem sobre o EX2. O carro, identificado pelo código E211, ainda não teve o nome comercial divulgado. A possibilidade de ser chamado de EX1 é apenas uma especulação.

Entre janeiro e agosto de 2026, o BYD Dolphin Mini teve 51.244 emplacamentos, enquanto o Geely EX2 somou 24.482 vendas. Os dados são da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). A diferença foi de 26.762 unidades. O Dolphin Mini custa R$ 118.990, e o EX2 parte de R$ 123.800.

O novo modelo foi flagrado durante testes na China e aparece bastante camuflado. Por isso, o lançamento ainda não deve acontecer tão em breve. A Geely deve posicionar o hatch entre o Panda EV e o EX2, com comprimento inferior a 4 metros. O Dolphin Mini mede 3,78 m, enquanto o EX2 tem 4,14 m.

O que os flagras mostram

As imagens indicam uma carroceria mais alta, teto reto, formato quadrado e faróis arredondados. O desenho tem semelhanças com o EX2. No interior, aparecem bancos de couro sintético com revestimento em dois tons. A alavanca de câmbio fica na coluna da direção, e o console parece repetir os botões físicos usados no EX2.

A fabricante ainda não informou qual será a motorização nem quais baterias estarão disponíveis. Os flagras, porém, mostram que o hatch terá tração traseira, assim como o EX2. A suspensão será multilink, enquanto o Dolphin Mini usa eixo de torção.

Embora o EX2 seja o carro mais vendido na China, o desempenho é diferente em outros países. No Brasil, o elétrico da BYD aparece à frente no ranking, o que ajuda a explicar a busca da Geely por um rival mais direto para o Dolphin Mini.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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