O governo de Israel afirmou nesta quinta-feira (10) que destruiu uma rede subterrânea do Hezbollah na crista de Ali Taher, no sul do Líbano. A operação foi conduzida pelas Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês).
Em comunicado divulgado no X, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o ministro da Defesa, Israel Katz, disseram que a ação completou a consolidação da chamada zona de segurança israelense na área. As autoridades também declararam ter obtido controle operacional sobre a crista, tanto na superfície quanto no subsolo.
A estrutura, segundo o governo israelense, teria sido construída ao longo de duas décadas com financiamento e planejamento do Irã. O complexo incluiria túneis e um centro de comando. Ainda de acordo com o comunicado, o local serviria como base de preparação para uma ofensiva na Galileia.
Israel afirmou que a infraestrutura permitia observação e fogo sobre as cidades de Metula e Kiryat Shmona, próximas à fronteira. O governo declarou que tropas da IDF estariam se posicionando na região para defesa e para impedir o retorno de forças inimigas ao território.
Permanência na zona de segurança
As autoridades israelenses disseram que o Exército continuará na zona de segurança e manterá operações para destruir estruturas classificadas como terroristas e impedir que o Hezbollah se restabeleça no local.
Israel também afirmou que seguirá defendendo as comunidades do norte a partir do Líbano e que responderá com força a possíveis ataques contra civis e militares. As alegações não tiveram verificação independente imediata.








