São Bernardo do Campo, Terça-feira, 15 de setembro de 2026
Brasil

Protuberância no rosto era hemangioma e cresceu em direção ao pescoço

Hope Schiefer convive há 19 anos com um tumor vascular benigno que já passou por exames e duas cirurgias.

Protuberância no rosto era hemangioma e cresceu em direção ao pescoço

Aos 13 anos, Hope Schiefer percebeu uma pequena protuberância no rosto e pensou que fosse uma espinha ou um cisto. Ela tentou espremê-la, mas nada aconteceu. Com o tempo, a elevação continuou crescendo e recebeu o diagnóstico de hemangioma, um tumor vascular formado por vasos sanguíneos.

Hoje, aos 32 anos, a norte-americana vive em College Station, no Texas, e convive há 19 anos com a alteração. Ela diz que não percebeu o crescimento no início. A presença do caroço foi apontada por uma pessoa da igreja durante uma aula.

A protuberância ganhou o nome de Betty. Hope passou por ressonâncias magnéticas, tomografias e ultrassonografias para avaliar a relação do hemangioma com vasos sanguíneos importantes do rosto. Também foi submetida a duas cirurgias para bloquear ou reduzir o fornecimento de sangue para a região.

Nos últimos anos, o tumor avançou em direção ao pescoço. Hope afirma sentir o sangue circulando no local e relata que, em alguns momentos, a alteração pulsa de forma visível. Ela também diz que a protuberância fica maior e mais sensível durante o período menstrual. Depois do nascimento do filho, segundo ela, o avanço em direção ao pescoço aumentou.

Riscos e impacto emocional

Na consulta mais recente, Hope soube que o hemangioma, classificado como benigno, pressionava um vaso sanguíneo importante do rosto. Ela decidiu não fazer uma nova cirurgia porque o procedimento poderia levar a complicações graves, incluindo paralisia ou um coágulo que se deslocasse para os pulmões ou o coração.

A maternidade também pesou na decisão. Ao considerar os riscos, Hope disse preferir estar presente para o filho a buscar um rosto convencionalmente “perfeito”. Aos 27 anos, ela recebeu o diagnóstico de síndrome do anticorpo antifosfolípide (APS), uma doença autoimune associada à formação de coágulos. Hope afirma que a condição pode ter relação com o crescimento do tumor e aumentar os riscos de uma cirurgia.

Durante a adolescência e a vida adulta, a aparência afetou a rotina e a autoestima de Hope. Ela relata ter faltado às aulas para evitar comentários e ter sido alvo de ataques nas redes sociais. Também diz que sofreu bullying e foi comparada ao personagem Glenn Quagmire, de “Family Guy”.

Ao chamar o tumor de Betty, Hope afirma ter encontrado uma forma de ressignificar a experiência. “Betty representa tudo o que sobrevivi”, disse, ao mencionar os procedimentos médicos, o desconforto físico, o bullying e os anos de dificuldades com a autoestima.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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