Os participantes da primeira etapa da segunda edição de 2026 do Revalida têm até 19 de setembro para comprovar a conclusão da graduação em medicina feita no exterior. O envio do diploma, certificado ou declaração deve ser feito pela Página do Participante, no Sistema Revalida, no site do Inep.
A documentação é necessária para que o candidato possa se inscrever na segunda etapa do exame. Conforme o edital, quem não apresentar os documentos exigidos fica impedido de avançar, ainda que tenha alcançado a nota de corte da prova teórica, de 60 ou mais pontos.
A etapa seguinte verifica as habilidades clínicas de médicos formados fora do Brasil. O exame é aplicado em duas fases: uma avaliação teórica e outra prática.
O que o Revalida avalia
O exame busca verificar se os profissionais têm os conhecimentos, as habilidades e as competências exigidos para trabalhar como médicos no Brasil, considerando os princípios e as necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS).
As avaliações seguem referências de atendimento em atenção primária, ambulatório, hospitais, situações de urgência e emergência e no contexto comunitário. Também são consideradas a Diretriz Curricular Nacional do Curso de Medicina, normas relacionadas e a legislação profissional.
Organizado pelos ministérios da Educação e da Saúde, o Revalida permite verificar a compatibilidade de diplomas estrangeiros de graduação em medicina com as exigências de formação das universidades brasileiras. O processo é destinado a brasileiros e estrangeiros que desejam exercer a profissão no país.
A aprovação confirma que a formação registrada no documento emitido no exterior atende aos requisitos avaliados. A revalidação é realizada por instituições públicas de educação superior que participam do Revalida.








