São Bernardo do Campo, Segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Brasil

Gil do Vigor critica ataques contra João Victor e cobra punição por homofobia

Ator relatou hostilização na entrada do Rock in Rio; Gil afirmou que violências contra pessoas LGBTQIA+ não são entretenimento.

Gil do Vigor critica ataques contra João Victor e cobra punição por homofobia

A cobrança por punição aos responsáveis marcou o apoio de Gil do Vigor ao ator João Victor Gonçalves, após um episódio de homofobia na entrada do Rock in Rio. O influenciador e economista também relembrou os episódios de bullying que sofreu na infância por causa do seu jeito de ser.

O caso aconteceu na madrugada deste sábado (6), durante a chegada à Cidade do Rock, no primeiro dia do festival. João Victor, de 24 anos, aparece em imagens que circularam nas redes sociais caminhando enquanto três jovens debocham das roupas dele e o hostilizam.

Depois, o ator comentou a situação em um story no Instagram e chorou. Ele afirmou que o episódio representa o que é mostrado na novela Quem ama cuida, da TV Globo, na qual interpreta Mau Mau. Na trama das 21 horas, o personagem descobre sua homossexualidade e enfrenta o preconceito do avô, vivido por Tony Ramos.

“Homofobia não é entretenimento”, afirmou João Victor ao falar sobre o impacto do episódio.

Mensagem de Gil do Vigor

Em um vídeo de solidariedade, Gil disse que a forma de se vestir e o jeito de cada pessoa não podem ser tratados como diversão. Ele também criticou o uso da expressão mimimi para desqualificar relatos de homofobia e afirmou que apenas quem passa por essas situações sabe como elas podem marcar uma vida inteira.

“Até quando?”, questionou o influenciador. Para Gil, é preciso dar nome às agressões e deixar claro que não há desculpa para esse tipo de conduta. Ele defendeu que os responsáveis sejam punidos e disse ser triste ter de reforçar essa mensagem em 2026.

O que prevê a decisão do STF

Em 2019, o Supremo Tribunal Federal decidiu enquadrar a homofobia como crime. Os ministros determinaram que a legislação sobre racismo também fosse aplicada a práticas discriminatórias desse tipo e declararam que o Congresso Nacional havia sido omisso por não criar uma medida até então.

A legislação prevê reclusão de um a cinco anos, prestação de serviços à comunidade ou multa.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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