São Bernardo do Campo, Segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Brasil

Avião da Gol retorna a Goiânia após emergência e voo para Congonhas é cancelado

A aeronave apresentou problemas técnicos depois da decolagem e pousou com segurança no aeroporto goiano, informou a companhia.

Avião da Gol retorna a Goiânia após emergência e voo para Congonhas é cancelado

Um avião da Gol precisou retornar ao Aeroporto Internacional de Goiânia na manhã deste sábado (12), depois que a tripulação declarou emergência pouco após a decolagem. A aeronave faria o trajeto entre a capital de Goiás e o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

A Gol informou que o voo G3 1433 apresentou problemas técnicos. Após voltar ao aeroporto goiano, o voo foi cancelado. A empresa disse que os procedimentos adotados durante a operação tiveram como prioridade a segurança.

A administração do Aeroporto Internacional de Goiânia afirmou que o pouso ocorreu normalmente e em total segurança, sem registro de intercorrências. O terminal também informou que a operação contou com o apoio previsto nos protocolos aeroportuários.

Conforme relato de um passageiro à TV Anhanguera, uma forte pancada foi sentida na aeronave logo depois da decolagem. Na sequência, a tripulação teria comunicado aos passageiros que seria necessário retornar ao aeroporto. A aeronave permaneceu cerca de 45 minutos no ar antes de pousar.

Assistência aos passageiros

A Gol informou que os clientes afetados pelo cancelamento estão recebendo as providências previstas pela Resolução 400 da ANAC, conforme as necessidades de cada passageiro. A companhia não informou, na nota, novos horários para a viagem.

O aeroporto declarou que a empresa está prestando assistência aos passageiros. A administração do terminal não registrou intercorrências durante o pouso e informou que a aeronave havia partido com destino a Congonhas antes de retornar após a declaração de emergência pela tripulação.

A ocorrência foi registrada no sábado (12/09), envolvendo a aeronave que operava a rota entre Goiânia e Congonhas.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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