A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou a cobertura obrigatória do DIU hormonal para pacientes com endometriose. A medida vale quando há contraindicação ou não adesão a contraceptivos orais combinados.
A regra inclui o dispositivo e o procedimento de inserção. Ela começa a valer em 1º de outubro, conforme a Resolução Normativa nº 680, de 18 de setembro de 2026, que alterou o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde.
Como funciona o dispositivo
O DIU hormonal tem formato de T e é colocado no útero. Ele libera levonorgestrel, um hormônio sintético que pode causar amenorreia, nome dado à ausência ou à interrupção da menstruação, em até 60% das usuárias.
Entre as pacientes que continuam menstruando depois da inserção, o fluxo tende a ficar bastante reduzido. De acordo com a ANS, essa redução melhora a qualidade de vida de mulheres com cólicas e fluxos intensos.








