São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Carros

Renault e Geely descartam modelos iguais no Brasil e avaliam compacto

Aliança confirma dois SUVs híbridos para 2027 e estuda um Renault baseado no Geely EX2, sem troca de logotipos entre as marcas.

Renault e Geely descartam modelos iguais no Brasil e avaliam compacto
Foto: Fernando Pires/Quatro Rodas

A parceria entre Renault e Geely não deve resultar em carros iguais com logotipos diferentes no Brasil. A Renault Geely do Brasil confirmou que as marcas vão compartilhar plataformas, tecnologias e linhas de produção, mas manterão identidades próprias.

A informação foi dada por Ariel Montenegro, presidente da Renault Geely no Brasil. A empresa também anunciou dois SUVs híbridos da Renault para o mercado brasileiro em 2027.

Um dos modelos será desenvolvido com base na plataforma GEA (Global Intelligent Electric Architecture), usada pelo Geely EX5 EM-i, versão híbrida do SUV que passará a ser produzido no país. O veículo será inédito para o Brasil. A expectativa é que seja a segunda geração do SUV cupê Arkana.

SUVs e novo compacto

O segundo SUV poderá ser a versão híbrida do Renault Boreal. O modelo deve receber o mesmo conjunto híbrido já confirmado para a picape Niagara, que também adotará essa tecnologia no próximo ano. A configuração ainda não foi definida, mas a expectativa é de uma evolução de um sistema híbrido leve, com motor elétrico responsável por tracionar as rodas.

Outro projeto em avaliação é um compacto eletrificado da Renault derivado do Geely EX2. A produção do modelo no Brasil está prevista para começar em dezembro.

A fabricação compartilhada pelas duas empresas ocorrerá em São José dos Pinhais (PR). Mesmo com a colaboração industrial e tecnológica, a Renault Geely afirma que não seguirá no país o modelo usado na Coreia do Sul, onde o Renault Koleos surgiu a partir do Geely Monjaro com poucas alterações.

“Cada marca terá a sua identidade”, afirmou Ariel Montenegro. Na sequência, o executivo disse: “Não teremos rebadges [entre as marcas] no Brasil”.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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