São Bernardo do Campo, Segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Brasil

Presidente colombiano promete recorrer contra decisões que limitam ações contra o crime

Abelardo de la Espriella afirmou que respeitará ordens judiciais, mas vai contestá-las após três decisões contra sua política de segurança.

Presidente colombiano promete recorrer contra decisões que limitam ações contra o crime

O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, afirmou no domingo (13) que vai recorrer contra decisões judiciais que limitaram medidas de sua política de segurança. As determinações foram tomadas após três sentenças contrárias ao governo no último mês.

As ordens judiciais exigem a suspensão de bombardeios quando houver informações sobre a presença de menores de idade, a retirada de vídeos de cadáveres das redes sociais e a interrupção de testes de pulverização aérea em plantações de drogas.

Em pronunciamento, o presidente disse que as decisões serão cumpridas, mas que o governo continuará tentando revertê-las. “As decisões judiciais são respeitadas, e as ordens em vigor são cumpridas (...) mas isso não significa renunciar a contestá-las”, afirmou.

Política de segurança

O governo realiza bombardeios e operações contra grupos criminosos financiados pelo narcotráfico. A Colômbia é apontada no texto como o maior produtor de cocaína do mundo.

De la Espriella costuma divulgar nas redes sociais vídeos das operações, acompanhados por música de guerra e encerrados com o grito “Viva Cristo Rei!”. Ele promete derrotar os cartéis com uma política de mão de ferro e com o apoio dos Estados Unidos, principal parceiro militar do país.

A oposição e grupos de defesa dos direitos humanos e da liberdade de imprensa criticam os métodos adotados. Uma fundação de defesa dos direitos humanos relatou ameaças anônimas de morte depois de abrir uma ação para interromper os testes de pulverização aérea de plantações de drogas com um herbicida questionado.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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