O alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Turk, pediu nesta quinta-feira (1º) que o Tennessee não tente executar novamente Christa Pike. A mulher sobreviveu a duas injeções letais e está hospitalizada nos Estados Unidos.
O escritório do alto comissário afirmou que o caso mostra motivos para abolir a pena de morte. A entidade também classificou como cruel o sofrimento físico e mental causado pelas tentativas fracassadas e solicitou às autoridades estaduais que não façam uma nova tentativa contra Pike.
Na quarta-feira, a Suprema Corte dos EUA autorizou a execução de Pike, de 50 anos. Ela seria a primeira mulher a morrer por injeção letal no Tennessee em 200 anos, mas o procedimento falhou.
Críticas às execuções
Além do caso de Christa Pike, Turk demonstrou preocupação com o aumento das execuções nos Estados Unidos. Em uma publicação no X, o escritório do alto comissário afirmou: “A pena de morte não tem lugar em nenhuma sociedade”.
O pedido ocorre depois de a execução autorizada pela Suprema Corte dos EUA não ser concluída. Pike permanece hospitalizada, conforme as informações divulgadas pelo escritório do alto comissário.








