São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

GloboNews se retrata após boato ligar Flávio Bolsonaro a projeto sobre padroeira do Brasil

Projeto de 2007 não citava o senador e foi arquivado pela Câmara dos Deputados em agosto de 2008.

O que se sabe sobre a polêmica que envolve Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida
Foto: Lula Marques/Agência Brasil

A GloboNews pediu desculpas por um comentário que circulou nas redes sociais como se Flávio Bolsonaro apoiasse uma proposta para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. A emissora afirmou que o conteúdo foi descontextualizado e esclareceu que o senador não tem ligação com projetos desse tipo.

A retratação foi lida por Marcelly Setúbal no programa “Em Pauta”. O comentário original, feito por Maria Cristina Fernandes, analisava uma possível reação da Igreja Católica a movimentos evangélicos e avaliava que esse cenário poderia favorecer a candidatura de Lula. Flávio Bolsonaro não era citado na fala.

O que dizia o projeto

A proposta mencionada nas publicações é de autoria do ex-deputado Professor Victório Galli. Apresentado em 2007, o PL 2.623/2007 previa somente uma mudança na redação da lei que trata do feriado de 12 de outubro. A Câmara dos Deputados arquivou o projeto em agosto de 2008.

Recortes do programa passaram a ser compartilhados na internet como se Flávio Bolsonaro fosse autor ou apoiador da iniciativa. Em vídeo, o candidato à Presidência classificou a história como mentira e atribuiu os boatos à militância petista.

Flávio também reafirmou respeito a todas as religiões e publicou em suas redes sociais o pedido de desculpas da emissora. Ele disse que sua equipe jurídica avalia recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral para identificar os perfis envolvidos na disseminação da informação.

Antes da polêmica, o senador havia declarado que pretende afirmar que o Brasil pertence a Jesus Cristo. A Igreja Católica, por sua vez, mobiliza fiéis com orientações de voto baseadas na consciência social e manifestações de lideranças religiosas.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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