São Bernardo do Campo, Terça-feira, 15 de setembro de 2026
Brasil

Investigação aponta 16 homicídios e leva suspeito à prisão em Mulungu

Jorlan Alves da Silva foi detido durante uma tentativa de fuga; segundo a polícia, ele também confessou crimes durante o interrogatório.

Investigação aponta 16 homicídios e leva suspeito à prisão em Mulungu
Foto: Divulgação/Polícia Civil da Paraíba

A investigação sobre 16 homicídios registrados no Vale do Mamanguape levou à prisão de Jorlan Alves da Silva, de 33 anos, em Mulungu, na Paraíba. Ele é suspeito de participar dos crimes ocorridos nos últimos três meses e foi detido nesta terça-feira (15), durante uma tentativa de deixar o município.

A ação reuniu as Polícias Civil e Militar da Paraíba e durou 48 horas. Jorlan era alvo de um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça da Paraíba. No momento em que foi localizado, ele usava roupas de mulher e carregava uma criança de aproximadamente dois anos.

Interrogatório

De acordo com o delegado Marcos Paulo Sales, Jorlan declarou ter matado cerca de 80 pessoas ao longo da vida. Ele também afirmou que praticou o primeiro homicídio aos 13 anos de idade.

O delegado Douglas Garcia, que atua no caso, disse que os 16 homicídios mais recentes já têm elementos considerados fortes pela investigação, como provas técnicas e confissões. Durante o interrogatório, o suspeito teria descrito crimes com aparente tranquilidade e apresentado detalhes de algumas ocorrências.

A Polícia Civil paraibana informou que a criança passa bem. Ela não tem parentesco com Jorlan, e as circunstâncias que levaram o menino a estar com o suspeito ainda são investigadas. A defesa do homem não foi localizada.

Outros presos

Além de Jorlan, outros dois homens foram presos na operação. Eles também são suspeitos de participação nos homicídios e, segundo a polícia, seriam ligados à mesma facção do investigado. A organização tem origem no Rio de Janeiro e também atua na Paraíba.

A operação recebeu informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e contou com apoio do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), conforme a Polícia Civil.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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