São Bernardo do Campo, Terça-feira, 15 de setembro de 2026
Brasil

Conflito com o Irã já custou 38 bilhões de dólares aos EUA, diz CBO

Escritório do Orçamento do Congresso estima gastos mensais de até US$ 3 bilhões se as hostilidades continuarem.

Conflito com o Irã já custou 38 bilhões de dólares aos EUA, diz CBO

O conflito armado entre os Estados Unidos e o Irã custou cerca de 38 bilhões de dólares ao Departamento de Defesa americano até 1º de agosto de 2026, informou o Escritório de Orçamento do Congresso (CBO, na sigla em inglês). A estimativa foi divulgada nesta terça-feira (15) em um relatório da entidade apartidária.

A guerra começou com ataques americanos e israelenses contra o Irã no fim de fevereiro. De acordo com o CBO, o valor inclui a reposição de munições usadas, a substituição de equipamentos perdidos em combate e o aumento dos preços dos combustíveis das forças armadas, entre outros fatores.

Possíveis novos gastos

O escritório calcula que os custos mensais podem ficar entre US$ 2 bilhões e US$ 3 bilhões, aproximadamente R$ 10 bilhões a R$ 15 bilhões, dependendo da intensidade das hostilidades. A despesa pode ser maior caso o conflito continue.

A análise foi preparada depois de um pedido de informações feito por vários legisladores democratas. Em julho, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, havia estimado que a guerra custara 37,5 bilhões de dólares, aproximadamente R$ 190 bilhões na cotação da época.

Além dos gastos militares, o CBO apontou impacto econômico relacionado à inflação. A entidade atribuiu a pressão às interrupções no abastecimento de petróleo e gás natural.

O Irã respondeu à ofensiva bloqueando o Estreito de Ormuz, rota marítima importante para o transporte de hidrocarbonetos. Com o bloqueio, os preços desses produtos dispararam.

O CBO estima agora que a inflação no primeiro trimestre do próximo ano será 0,5 ponto percentual maior do que a previsão feita em fevereiro. A comparação considera o índice de preços dos gastos de consumo pessoal.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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