São Bernardo do Campo, Segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Brasil

Augusto Cury propõe mudanças no STF e critica polarização nas eleições

Candidato do Avante defendeu julgamento público sobre o Banco Master e pediu explicações de Flávio Bolsonaro sobre a Operação Dark Horse.

Augusto Cury (Avante) pede que eleitores rejeitem quem estiver na ‘lista de Vorcaro’

O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) defendeu mudanças na composição e no funcionamento do Supremo Tribunal Federal (STF), além de pedir que o julgamento previsto sobre as investigações envolvendo o Banco Master seja público, aberto e televisionado. As declarações foram dadas nesta sexta-feira (11), durante agenda na sede da RECORD, em São Paulo.

Cury afirmou que espera agilidade para que o processo seja concluído antes das eleições e pediu ao ministro Edson Fachin, presidente do STF, e aos demais integrantes da Corte que levem o caso até as últimas consequências. “Eu estou suplicando para o doutor Fachin, para todos os membros do STF, rever essa posição”, disse.

O candidato também fez um apelo aos eleitores sobre eventuais políticos ligados a Daniel Vorcaro: “Quem está na lista de Vorcaro não merece o seu voto, seja quem for”.

Propostas para o Supremo

Na reforma defendida por Cury, dois terços dos ministros do STF seriam magistrados de carreira. Representantes do Ministério Público e da advocacia completariam a composição. Ele também criticou a duração dos mandatos atuais e propôs que ministros assumam aos 50 anos e permaneçam por oito anos, em vez de entrarem com 40 ou 41 anos e permanecerem até os 75.

Cury ainda defendeu o fim da reeleição para presidentes, mecanismo que, segundo ele, “flerta com o comunismo”.

Críticas a Flávio Bolsonaro e à polarização

Ao comentar a Operação Dark Horse, o candidato disse que o deputado federal e também candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) precisa prestar mais esclarecimentos. Cury defendeu a punição de todos os envolvidos e questionou a experiência profissional do adversário.

Na avaliação dele, em um eventual segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro, o petista venceria o rival. Cury afirmou que esse seria o cenário desejado por Lula e apresentou sua própria candidatura como uma alternativa ao presidente.

Em uma publicação nas redes sociais, o candidato criticou a concentração do debate político em Lula, Flávio Bolsonaro e na crise do STF. Ele disse que o país está deixando em segundo plano temas como feminicídios e a situação de jovens que não trabalham nem estudam.

Entre suas propostas, Cury citou o fortalecimento das micro e pequenas empresas, a meta de chegar a pelo menos 10 milhões de microempresas nos próximos anos e a divisão do BNDES em duas instituições: uma para pequenos e microempresários e outra para grandes empresas.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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