Domingo, 6 de setembro de 2026
Finanças

Lula defende inteligência artificial em português e cita investimentos em data centers

Presidente relacionou autonomia tecnológica à infraestrutura digital e afirmou que o Redata pode atrair R$ 500 bilhões ao Brasil.

Lula defende inteligência artificial em português e cita investimentos em data centers

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO (SP) — O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu neste sábado (5) o desenvolvimento de uma inteligência artificial em português. Durante um comício, ele afirmou que o Brasil não quer depender de tecnologias produzidas pela China e pelos Estados Unidos.

“Não quero depender da China e dos EUA, queremos inteligência artificial em português”, disse Lula. A declaração foi apresentada no contexto da busca por maior autonomia tecnológica e da ampliação da infraestrutura digital brasileira.

Redata e data centers

Lula também citou a aprovação do Redata pelo Senado. De acordo com o presidente, a medida tem potencial para atrair R$ 500 bilhões em investimentos para data centers no Brasil.

O valor foi relacionado à expansão da estrutura necessária para o desenvolvimento tecnológico no país. Na avaliação apresentada por Lula, a capacidade de criar soluções próprias de inteligência artificial depende também da existência de infraestrutura para apoiar esse setor.

Digitalização dos serviços públicos

Durante o evento, o presidente mencionou ainda a plataforma gov.br como um exemplo da digitalização dos serviços públicos. Segundo Lula, 178 milhões de pessoas se conectam ao governo por meio do sistema.

O número foi citado junto com a defesa de novos investimentos em infraestrutura tecnológica. A plataforma foi usada como referência para destacar a relação digital entre o governo e a população.

A fala ocorreu durante a campanha de Lula à reeleição. Ao mencionar China e Estados Unidos, o presidente reforçou a defesa de que o Brasil desenvolva capacidade própria em inteligência artificial, em vez de ficar dependente de tecnologias estrangeiras.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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