São Bernardo do Campo, Segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Finanças

Durigan diz que tensão no STF afeta economia e confiança de investidores

Ministro da Fazenda também defendeu controle de gastos obrigatórios e revisão de programas sociais, sem mudança brusca na gestão.

Durigan diz que tensão no STF afeta economia e confiança de investidores
Foto: Agência De Fotografia/Estadão Conteúdo

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) prejudica a economia e aumenta a instabilidade no país. Para ele, o cenário também afeta a confiança de investidores estrangeiros.

Durigan disse que o Poder Judiciário deve ser independente do Legislativo e do Executivo, mas também atuar de forma harmônica. Na avaliação do ministro, o STF precisa ampliar sua credibilidade e dar mais transparência à abertura de processos, sem selecionar quais informações vazadas serão divulgadas.

“Esse tipo de instabilidade é muito ruim”, declarou. Em seguida, afirmou que o ambiente de incerteza “atrapalha a credibilidade do investidor estrangeiro”.

Relação com o mercado

Questionado sobre um possível preconceito contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro afirmou que esse sentimento existe no mercado, mas não em outros setores contrários ao PT.

Durigan disse que não pretende trabalhar para o mercado, embora queira atender às expectativas desse grupo. Também contestou a ideia de que governos de direita ou centro-direita sejam necessariamente mais responsáveis do ponto de vista fiscal do que uma administração de centro-esquerda.

O ministro voltou a defender medidas para controlar os gastos obrigatórios e a revisão de programas sociais. Segundo ele, essas ações devem ser feitas sem uma mudança brusca na condução do governo. Durigan afirmou que os princípios da gestão serão mantidos.

Ele também repetiu que tem compromisso com a responsabilidade fiscal e que pretende aprofundar medidas nessa área em um possível próximo mandato. A declaração foi dada em entrevista ao Neofeed.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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