Domingo, 6 de setembro de 2026
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Sindicatos tentam evitar fechamento de fábrica da Prometeon em Gravataí

Entidades defendem lay-off e negociação com governos para preservar empregos na unidade da fabricante de pneus.

Sindicatos tentam evitar fechamento de fábrica da Prometeon em Gravataí
Foto: imagem meramente ilustrativa/Magnific/Porto Alegre 24 horas

Sindicatos e entidades públicas negociam alternativas para impedir o fechamento da fábrica da Prometeon em Gravataí, no Rio Grande do Sul. A unidade emprega cerca de 1.360 trabalhadores diretos e produz pneus para veículos de carga e máquinas agrícolas.

A fábrica está instalada na cidade há mais de cinco décadas. Além dos empregos diretos, o encerramento das atividades pode afetar postos indiretos ligados à logística, ao transporte, à prestação de serviços e ao fornecimento de materiais para o complexo industrial.

As entidades que representam os trabalhadores realizaram assembleias e discutem propostas com a direção da multinacional. Entre as medidas apresentadas está o lay-off, que prevê a suspensão temporária dos contratos enquanto os funcionários participam de qualificação profissional.

Outra possibilidade em avaliação é a criação de Planos de Demissão Voluntária (PDV), com benefícios ampliados. A proposta é reduzir os efeitos sobre os trabalhadores caso parte da estrutura seja reorganizada.

A unidade já vinha funcionando com mudanças na produção. A ociosidade chegou a 25% da capacidade total, e a empresa adotou paralisações temporárias de turnos e diminuiu o ritmo das esteiras.

A queda na procura por pneus produzidos no Brasil é atribuída à entrada de produtos chineses vendidos por preços abaixo do custo operacional brasileiro. De acordo com as informações apresentadas na negociação, essa concorrência tem pressionado a produção nacional de pneus para veículos pesados.

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Sul e a prefeitura de Gravataí participam das tratativas como mediadoras. As conversas buscam definir incentivos e contrapartidas fiscais que possam manter a operação da empresa e evitar a perda de milhares de fontes de renda na Região Metropolitana de Porto Alegre.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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