São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Volkswagen e Audi fazem recall global por risco de falha na direção

Campanha envolve 2.855.601 veículos; parafuso sujeito à corrosão pode quebrar e afetar o controle do volante.

Volkswagen e Audi fazem recall global por risco de falha na direção
Foto: Acervo Quatro Rodas/Quatro Rodas

A Volkswagen e a Audi anunciaram um recall global de 2.855.601 carros por causa de um parafuso que pode sofrer corrosão e quebrar. Se isso ocorrer, o controle do volante pode ser afetado. A informação consta no site da Kraftfahrt-Bundesamt (KBA), a Autoridade Federal de Transporte Motorizado da Alemanha.

Na Volkswagen, a campanha envolve 2.159.054 veículos em todo o mundo e 895.832 na Alemanha. Os carros foram produzidos entre 24/09/2013 e 01/07/2024. A lista inclui os modelos Tiguan, Touran, Caddy e Golf.

No caso da Audi, o recall envolve 696.547 unidades mundialmente e 58.555 na Alemanha. O modelo incluído é o Q3, produzido entre 31/10/2017 e 23/05/2024.

O que será feito

O objetivo da campanha é substituir o parafuso por outro mais resistente à corrosão. Conforme o documento da KBA, não houve acidentes provocados pela possível falha. O fabricante também não apresentou informações sobre eventuais limitações relacionadas ao problema.

Os modelos VW Golf, VW Tiguan e Audi Q3 foram vendidos no Brasil dentro dos períodos de produção citados. O Audi Q3 também foi produzido no país em 2016, na fábrica de São José dos Pinhais (PR).

A Audi informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que ainda não tem um posicionamento sobre o assunto. A Volkswagen deve encaminhar informações a respeito da campanha.

Reestruturação do grupo

O Grupo Volkswagen confirmou recentemente que vai reduzir metade da linha e cortar mais 50.000 empregos. A empresa não prevê, por enquanto, fechar quatro fábricas na Alemanha. Essa decisão será tomada até o final de junho de 2027.

A medida faz parte do Plano Futuro 2030, descrito como uma das maiores reestruturações da história da montadora. O grupo enfrenta instabilidade em meio à queda das vendas na China e à alta das tarifas dos Estados Unidos.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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