São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Simone Tebet defende estudo e trabalho para presos em debate ao Senado

Candidata também criticou mudanças no PL Antifacção e defendeu cortar recursos do PCC e do Comando Vermelho.

No debate da Band, Simone Tebet defende trabalho nas prisões e critica Derrite no PL Antifacção
Foto: Reprodução/TV Bandeirantes

Simone Tebet (PSB), candidata ao Senado por São Paulo, defendeu que presos tenham acesso obrigatório a trabalho e estudo durante o cumprimento das condenações. A proposta foi apresentada no primeiro debate entre candidatos ao Senado, promovido pelo Grupo Bandeirantes, com segurança pública e combate às facções criminosas entre os principais temas.

Para Tebet, o governo do Estado deve garantir vagas dentro das penitenciárias e buscar recursos e parcerias para estruturar o sistema. A candidata afirmou que a segurança pública deve receber prioridade máxima, ao lado da saúde pública e do enfrentamento à corrupção.

“Bandido bom é bandido preso, preso trabalhando e estudando”, declarou Tebet durante o debate. Ela também disse que essas atividades devem ocorrer dentro da cadeia, para evitar a retirada de vagas do sistema destinadas ao trabalhador que está fora dele.

Críticas ao PL Antifacção

A candidata do PSB atribuiu ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao Comando Vermelho (CV) a responsabilidade pelo armamento usado na criminalidade urbana. Na avaliação dela, o combate ao crime organizado deve incluir medidas para atingir os recursos financeiros das facções.

Tebet criticou as alterações feitas na Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei Antifacção. O relator da proposta foi Guilherme Derrite (PP), que também disputa uma vaga no Senado. Segundo a candidata, o texto aprovado originalmente pelo Senado perdeu mecanismos de asfixia financeira e de investigação das organizações criminosas durante a tramitação.

Ela defendeu a reavaliação da legislação pelo Congresso Nacional e afirmou que as mudanças dificultaram o corte do dinheiro do PCC e do crime organizado. Tebet também citou a possibilidade de investigação pelo Tribunal de Júri ao criticar o conteúdo que avançou na Câmara dos Deputados.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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