Domingo, 6 de setembro de 2026
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EUA dizem ter destruído três petroleiros iranianos após ataques a navios

Washington afirma que a ação ocorreu após disparos contra embarcações militares; Teerã diz ter reagido com ataques a navios ligados aos americanos.

EUA dizem ter destruído três petroleiros iranianos após ataques a navios

Os Estados Unidos afirmaram neste sábado (5) que destruíram três petroleiros iranianos após tentativas de ataque com mísseis contra navios de guerra americanos. O Irã, por sua vez, disse ter tomado medidas de represália contra embarcações ligadas a Washington.

A operação ocorreu na costa da ilha de Kharg e no Golfo de Omã, informou o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom). De acordo com as Forças Armadas americanas, um dos petroleiros foi atingido depois que a tripulação recebeu ordem para abandonar a embarcação. Nenhum militar dos Estados Unidos ficou ferido.

O Exército americano afirmou que os navios faziam parte de uma rede clandestina que financiava a Guarda Revolucionária e aliados do grupo na região. Um vídeo divulgado pelo Centcom mostra explosões após os ataques.

“Que a mensagem à Guarda Revolucionária seja clara: se dispararem contra dois de nossos navios, vamos importar um custo econômico ainda maior, eliminando três dos seus”, declarou o comandante do Centcom, almirante Brad Cooper.

Resposta iraniana

A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que atacou embarcações em resposta à destruição dos petroleiros. Em uma publicação no Telegram, o grupo disse que teve como alvos três petroleiros em uma rota não autorizada do Estreito de Ormuz e três navios ligados aos Estados Unidos. Também alertou outras embarcações para não usarem rotas consideradas não autorizadas.

A república islâmica mantém controle rígido sobre o Estreito de Ormuz, enquanto Washington impõe um bloqueio aos portos iranianos. O comando militar central conjunto do Irã afirmou que os ataques contra navios militares americanos na região poderão ficar mais duros e se ampliar caso as hostilidades continuem.

A guerra entre os dois países começou em 28 de fevereiro, após uma operação dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. Os confrontos foram retomados em 30 de agosto, depois de um período de relativa calma. Na ocasião, o Exército americano disse ter reiniciado os ataques para impedir o lançamento de foguetes com minas navais no Estreito de Ormuz.

Na última quinta-feira, Teerã afirmou que havia atacado bases militares americanas no Kuwait e nos Emirados Árabes. A ação teria sido uma resposta à morte de civis em um casamento atingido por bombardeios. O vice-presidente JD Vance disse que o episódio estava sendo investigado e afirmou estar cético sobre a versão iraniana. Segundo o Crescente Vermelho, quatro participantes da cerimônia morreram.

Na sexta-feira, Donald Trump classificou a guerra com o Irã como “moleza” e disse que, para os Estados Unidos, se tratava de um conflito militar de pouca dimensão.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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