São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Anvisa registra Kyinsu, caneta semanal que combina insulina e semaglutida

Medicamento é indicado para adultos com diabetes tipo 2 que não conseguem controlar a doença apenas com o tratamento atual.

Anvisa registra Kyinsu, caneta semanal que combina insulina e semaglutida

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (28), o registro do Kyinsu, uma caneta para o tratamento do diabetes que reúne insulina icodeca e semaglutida em uma dose fixa. A aplicação é feita uma vez por semana.

O medicamento é destinado a adultos com diabetes mellitus tipo 2 que não têm controle suficiente da doença com insulina basal ou com agonistas do receptor do GLP-1. O uso deve ser associado a dieta, exercícios e medicamentos antidiabéticos orais, conforme a indicação da agência.

A insulina icodeca é descrita como o primeiro análogo de insulina desenvolvido para aplicação semanal. Ela substitui as injeções diárias, tem ação mais prolongada e oferece eficácia glicêmica superior à insulina aplicada diariamente.

A semaglutida atua de forma semelhante ao hormônio GLP-1. A substância foi desenvolvida inicialmente para o tratamento do diabetes e também ganhou popularidade por sua eficácia na perda de peso.

Apresentações e aplicação

A resolução da Anvisa registra seis apresentações do Kyinsu. Duas delas contêm 300 U de insulina icodeca e 0,86 mg de semaglutida em 0,43 ml de solução. Essas versões são disponibilizadas com um sistema aplicador, e uma delas inclui seis agulhas.

As outras quatro apresentações têm concentração de 700 U/ml de insulina icodeca e 2 mg/ml de semaglutida. Elas são oferecidas em cartuchos de 1 ml ou 1,5 ml, com algumas versões acompanhadas de nove agulhas.

A aplicação é subcutânea, ou seja, sob a pele, e pode ser feita na coxa, no braço ou na barriga. O Kyinsu combina uma insulina basal com um agonista do GLP-1 e foi registrado como alternativa para pacientes que precisam intensificar o tratamento para controlar a glicemia.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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