São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Saúde

Próstata aumentada pode explicar jato fraco e vontade frequente de urinar

Sintomas urinários são mais associados à hiperplasia prostática benigna, mas o câncer pode evoluir sem sinais e exige acompanhamento.

Próstata aumentada pode explicar jato fraco e vontade frequente de urinar
Foto: dificuldade para urinar Unsplash/Sasun Bughdaryan

A dificuldade para urinar nem sempre aponta para câncer de próstata. Na maioria das vezes, sintomas como jato fraco, esforço para iniciar a micção e sensação de que a bexiga não esvaziou estão ligados ao crescimento benigno da próstata, conhecido como hiperplasia prostática benigna (HPB).

Com o avanço da idade, a próstata pode apertar o canal urinário ou o colo da bexiga. Esse bloqueio também pode provocar aumento da frequência urinária, urgência para ir ao banheiro e necessidade de acordar durante a noite para urinar.

Tratamento depende da evolução

A avaliação médica verifica o estágio da HPB e se o problema já trouxe repercussões para a bexiga ou os rins. Quando a condição está no início e não afeta outros órgãos, os medicamentos podem ser utilizados. Em casos mais avançados, a cirurgia pode ser indicada.

Entre as opções para desobstruir o canal estão a raspagem de próstata, técnicas com laser e procedimentos com robô. De acordo com o urologista Dr. Caio Henrique L. Fernandes Carrasco, essas cirurgias não costumam causar incontinência urinária nem impotência sexual.

Câncer pode não causar sintomas

O câncer de próstata geralmente é silencioso, sem sinais percebidos pelo paciente. Ainda assim, pode simular os sintomas urinários associados à HPB e, raramente, provocar sangue na urina.

Por isso, homens com ou sem sintomas devem manter o acompanhamento com um urologista. A rotina indicada pelo médico inclui pelo menos uma visita anual para realizar o toque retal da próstata, a coleta do PSA e a ultrassonografia pélvica.

O médico responsável é Dr. Caio Henrique L. Fernandes Carrasco, CRM 211540 / SP e RQE 92699.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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