São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Finanças

Governo avalia manter subsídio de R$ 2,12 para o diesel por mais um mês

Ministro do Planejamento disse que a prorrogação deve ser anunciada nesta semana e depende de decisão do presidente Lula.

Governo avalia manter subsídio de R$ 2,12 para o diesel por mais um mês

O governo federal avalia manter por mais 30 dias a subvenção de R$ 2,12 por litro de diesel. A indicação foi dada nesta quinta-feira (24) pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. A prorrogação deve ser anunciada ainda nesta semana.

Hoje, o benefício é formado por duas parcelas: R$ 1,12 por litro, com validade até este sábado (26), e um adicional de R$ 1 por litro anunciado no início de setembro.

Moretti disse que a decisão ainda será levada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “A tendência é que a gente mantenha [a subvenção]”, afirmou o ministro ao comentar a liberação de R$ 1,8 bilhão no Orçamento de 2026.

A parcela de R$ 1,12 foi criada por uma medida provisória que perde validade no sábado. A medida provisória mais recente, responsável pelo adicional de R$ 1, permite que o governo altere o valor conforme as condições do mercado. Com isso, o Executivo poderá elevar essa parcela para preservar o total de R$ 2,12 por litro.

Impacto sobre os combustíveis

A subvenção busca reduzir a pressão sobre o preço do diesel no mercado doméstico. O combustível é usado principalmente no transporte de cargas e no transporte coletivo. O governo também afirma que a medida reduz o risco de problemas no abastecimento interno diante das oscilações do mercado internacional.

A avaliação ocorre em meio à preocupação com a alta do petróleo e com problemas no mercado internacional de combustíveis relacionados ao conflito no Oriente Médio.

Além do diesel, o governo anunciou desoneração de R$ 0,63 por litro de PIS/Cofins sobre a gasolina e de R$ 0,19 por litro sobre o etanol. Também anunciou a nova subvenção de R$ 1 por litro de diesel, somada ao benefício de R$ 1,12 já existente.

As medidas adicionais representam um custo estimado de aproximadamente R$ 7 bilhões por mês para a União. A manutenção do benefício depende de formalização pelo governo. Se for confirmada, evitará uma redução abrupta da subvenção a partir deste sábado.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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