São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Trump rejeita limites para IA e compara alertas a previsões climáticas

Presidente dos EUA diz que não pretende frear o setor, mas admite intervenção de órgãos de segurança se considerar necessário.

Trump rejeita limites para IA e compara alertas a previsões climáticas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a rejeitar alertas sobre os riscos do avanço da inteligência artificial (IA) e afirmou que seu governo não pretende limitar o crescimento do setor. A declaração foi feita nesta segunda-feira (21), em uma publicação na Truth Social.

Trump disse que os Estados Unidos estão à frente da China na disputa tecnológica e resumiu sua posição com a frase: “quem vencer a IA, vence”. Ele também comparou as preocupações atuais sobre a tecnologia às previsões relacionadas às mudanças climáticas, que classificou como uma “farsa”.

Na publicação, o presidente afirmou que as mesmas pessoas que previram que todos morreriam em doze anos por causa do aquecimento global agora dizem que a IA poderá matar pessoas, provocar ataques de robôs e causar um desastre.

Apesar de defender a expansão do setor, Trump afirmou que o governo terá cautela. Segundo ele, o Departamento de Justiça e outros órgãos de segurança poderão ser acionados caso alguma intervenção seja considerada necessária.

“Não vou sufocar o crescimento de algo que será maior do que a Revolução Industrial ou a própria internet”, escreveu.

Estratégia dos Estados Unidos

A posição mantém a linha defendida por Trump nos últimos dias. O presidente anunciou que pretende nomear um novo “czar” da IA e criar uma “Força de IA”. Ele também tem rejeitado pedidos de executivos do setor por uma desaceleração no desenvolvimento dos sistemas mais avançados.

A disputa tecnológica com a China continua no centro da estratégia norte-americana. Trump afirmou que quer preservar a liderança dos Estados Unidos enquanto Washington e Pequim discutem temas relacionados à inteligência artificial.

Também nesta segunda-feira, o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, afirmou que os dois países criarão um canal de comunicação direto para lidar com incidentes ligados à tecnologia.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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