São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Shark chega à China com tecnologia híbrida e marca Fang Cheng Bao

Picape da BYD mantém as dimensões brasileiras, ganha mudanças internas e será vendida pela divisão de luxo Fang Cheng Bao.

Shark chega à China com tecnologia híbrida e marca Fang Cheng Bao
Foto: BYD/Divulgação

A Fang Cheng Bao vai vender a BYD Shark no mercado chinês, depois de o modelo ter sido desenvolvido para outros países e já estar disponível no Brasil. A picape será oferecida pela divisão de luxo da BYD, com a plataforma DMO, usada pelo Denza B5.

Documentos do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China (MIIT) mostram que a configuração chinesa terá as mesmas dimensões da versão brasileira: 5,45 metros de comprimento, 1,97 m de largura, 1,92 m de altura e 3,26 m de entre-eixos.

Plataforma e desempenho

A base DMO (Dual Mode Off-road) combina um motor a combustão instalado na posição longitudinal com dois motores elétricos. Esse conjunto garante tração integral permanente.

O motor a gasolina é um 1.5 turbo de 194 cv. O motor elétrico dianteiro entrega 231 cv, enquanto o traseiro tem 204 cv. A potência combinada chega a 437 cv, e o torque total é de 65 kgfm.

A velocidade máxima fica em 180 km/h, com limitação eletrônica para proteger a bateria do sistema híbrido. A capacidade de reboque homologada é de 2.500 kg. Já a carga útil é de 460 kg, o mesmo problema citado para a Shark no Brasil.

O que muda no modelo chinês

Por fora, a alteração fica restrita aos emblemas da Fang Cheng Bao. Dentro da cabine, a picape terá telas maiores no quadro de instrumentos e na central multimídia. O console central será elevado, mas os botões e a alavanca de câmbio serão mantidos.

A divisão de luxo também terá acessórios disponíveis, incluindo uma barraca para acampamento.

No primeiro semestre de 2026, a Shark registrou 20.037 vendas no mercado global. A Austrália concentrou 85% desse volume. A picape ainda será avaliada no mercado chinês com a identidade da Fang Cheng Bao.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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