São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

São Paulo soma 306.883 empregos formais nos oito primeiros meses de 2026

Estado respondeu por 27% das vagas com carteira assinada abertas no país no período, segundo dados da Fundação Seade e do Caged.

São Paulo soma 306.883 empregos formais nos oito primeiros meses de 2026
Foto: Carteira de Trabalho -desemprego Divulgação/Agência Brasil

O estado de São Paulo abriu 306.883 vagas com carteira assinada nos primeiros oito meses de 2026. O número representa 27% dos empregos formais criados no Brasil no período, de acordo com a Fundação Seade, com base nos dados do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Em agosto, foram quase 43 mil novos postos formais no estado. No acumulado dos últimos 12 meses, o saldo chegou a 174.041 vagas. Nesse intervalo, São Paulo respondeu por 20% dos empregos criados no país e por 58% das vagas abertas no Sudeste. Em agosto, a participação paulista na criação nacional foi de 26%.

O Brasil registrou 1.134.033 vagas nos oito meses e 887.708 nos últimos 12 meses. No Sudeste, os saldos foram de 529.132 e 332.368, respectivamente.

A criação de empregos em São Paulo avançou 0,29% em agosto, 2,13% no acumulado de oito meses e 1,19% na comparação com os 12 meses anteriores. A Fundação Seade informou que o estado manteve o maior saldo de vagas do país nos períodos analisados.

Salário e setores que mais contrataram

Em agosto, o salário médio de admissão em São Paulo foi de R$ 2.725,54, o maior entre os estados. O valor ficou acima da média brasileira, de R$ 2.410,74, e do resultado do Sudeste, de R$ 2.572,56. Santa Catarina teve R$ 2.492,57, o Distrito Federal registrou R$ 2.433,12 e o Rio de Janeiro, R$ 2.385,31.

O salário mínimo estadual, definido pelo governo de São Paulo, alcançará quase 50% de valorização nesta gestão, com o valor de R$ 1.874 neste ano.

O setor de serviços liderou as contratações em agosto, com 30.106 vagas. Entre os segmentos citados estão administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com 13.128; transporte, armazenagem e correio, com 7.822; alojamento e alimentação, com 3.865; e informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com 3.333.

O comércio abriu 5.092 vagas, a construção teve 2.728, e a agropecuária registrou 2.687. A indústria geral aparece com 1.916 vagas, com destaque para a indústria da transformação, com 2.197.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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