São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Saúde

Sarampo soma 40 confirmações no estado em 2026, diz governo paulista

Três novos registros foram identificados na capital; 30 dos pacientes não tinham vacinação ou estavam com o esquema incompleto.

Sarampo soma 40 confirmações no estado em 2026, diz governo paulista
Foto: Vacinação contra o sarampo Marcelo Camargo/Agência Brasil

O estado de São Paulo chegou a 40 casos confirmados de sarampo em 2026 após três novos registros nesta semana. A Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) informou que as novas detecções ocorreram na capital, envolvendo dois homens, de 18 e 21 anos, e uma criança de 1 ano.

Entre os pacientes confirmados, 30 não tinham histórico de vacinação ou apresentavam o esquema incompleto. A secretaria informou que o homem de 21 anos e a menina de 1 ano têm uma dose registrada, enquanto o homem de 18 anos não possui registro de vacinação.

A capital concentra 36 casos. São Bernardo do Campo tem dois registros, enquanto Guarulhos e Santo André têm um caso cada. De acordo com a SES-SP, os novos casos estão ligados a cadeias de transmissão identificadas e acompanhadas desde junho. O monitoramento indica tendência de redução da transmissão.

Vacinação e dose zero

A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, está disponível nas Unidades Básicas de Saúde dos 645 municípios paulistas. A cobertura da primeira dose subiu de 86,56% para 93,24% entre abril e julho. No mesmo período, a cobertura da segunda dose passou de 72,72% para 78,37%.

A primeira dose é indicada aos 12 meses, e a segunda, aos 15 meses. Pessoas de 15 meses a 29 anos devem ter duas doses registradas, com intervalo mínimo de 30 dias. Para quem tem de 30 a 59 anos, é indicada pelo menos uma dose. Trabalhadores da saúde devem ter duas doses, independentemente da idade.

Segundo a SES, cerca de 60% dos casos ocorreram em crianças menores de 2 anos. Por isso, a dose zero é recomendada nos municípios de São Paulo, Guarulhos, São Bernardo do Campo e Santo André. Tatiana Lang D’Agostini, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo (CVE-SP), afirmou: “A dose zero protege os bebês, mas não substitui a vacinação de rotina.”

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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