O Real Hospital Português comemorou 171 anos de atuação nesta segunda-feira (21), com uma programação que incluiu celebração religiosa, solenidade institucional e o anúncio de novos mascotes para a pediatria.
A agenda começou com uma missa em ação de graças, conduzida pelo frei Paulo na capela do hospital. Depois, a cerimônia foi realizada no salão de convenções Laura Areias, no Edifício Egas Moniz.
Participaram do evento o provedor Alberto Ferreira da Costa Júnior, o vice-provedor Joaquim Amorim, o CEO Vaninho Antonio e o cônsul-geral de Portugal, Jorge Gabriel Silva da Fonseca. Diretores, médicos e colaboradores do hospital também estiveram presentes.
Marcas da instituição
Durante a solenidade, o hospital lembrou os 50 anos do setor de nefrologia. A instituição também destacou que realizou o primeiro transplante renal do Nordeste em fevereiro de 1976.
Outro destaque foi o aniversário de 42 anos do Ambulatório de Beneficência Maria Fernanda (ABMF), ligado ao Real Hospital Português. O ambulatório oferece atendimentos gratuitos e promove ações sociais e educativas.
Alberto Ferreira da Costa Júnior afirmou que a beneficência e o compromisso com o cuidado continuam orientando a instituição. Já o CEO Vaninho Antônio relacionou os resultados à atuação de colaboradores, médicos, lideranças e parceiros.
A instituição também apresentou projetos para ampliar sua atuação. Entre eles estão um novo plano diretor, a expansão da unidade em Boa Viagem, a faculdade do hospital e o Centro de Inovação e Saúde.
Novos mascotes da pediatria
A Real Pediatria passou a contar com os Guardiões da Alegria. A equipe foi apresentada como parte da transformação do setor e terá a missão de levar energia durante a recuperação das crianças.
Os personagens são Dora, a andorinha; Bartô, o camaleão; Zeca, o leão; e uma capivara. O nome da capivara será escolhido por votação no perfil do hospital no Instagram, entre Mia, Lina e Tatá.
Para Matheus Oliveira, diretor de mercado, marketing e experiência do cliente, a iniciativa busca criar vínculos duradouros com as crianças atendidas. “Ao cuidar das crianças de hoje entendemos que claramente estamos construindo vínculos com os adultos de amanhã”, afirmou.








