São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Lula promete elevar penas para crimes contra mulheres

Durante ato em Santa Catarina, o presidente também defendeu educação, tecnologia e voto em candidatas do seu grupo político.

Lula promete elevar penas para crimes contra mulheres

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que pretende aumentar as penas para crimes ligados à agressão contra mulheres. Durante um ato de campanha, ele também disse que os homens devem participar do combate ao feminicídio.

Lula pediu que homens considerados de bem apoiem a mobilização contra a violência e convocou sindicalistas a incluir o tema em discursos de campanhas salariais. “As leis vão ser cada vez mais duras, vamos aumentar a pena”, afirmou.

O presidente também defendeu que mulheres votem em candidatas que façam parte de seu grupo político. Lula declarou ainda que, em um eventual próximo governo, pretende manter o foco em educação e tecnologia.

Petróleo, educação e tecnologia

Segundo Lula, os recursos obtidos com a exploração de petróleo na Margem Equatorial devem ser destinados, em grande parte, à educação e à formação de profissionais. Ele também defendeu o desenvolvimento de inteligência artificial em língua portuguesa.

Na avaliação do presidente, o país precisa escolher entre políticas voltadas à distribuição de armas e medidas que ampliem o acesso a livros, além de priorizar a criação de empregos.

Lula afirmou que, das seis universidades federais em Santa Catarina, cinco foram construídas durante seus mandatos. Ele também mencionou o Pé-de-Meia como uma iniciativa de apoio aos estudantes e criticou a resistência da elite à ampliação do acesso da população à educação.

O presidente comparou os custos de um aluno de engenharia espacial e de uma pessoa presa. De acordo com os valores citados por ele, o gasto anual por estudante seria de R$ 20 mil, enquanto a manutenção de um preso custaria R$ 35 mil.

Lula disse ser melhor investir na construção de escolas do que na abertura de cadeias. Também afirmou que não pretende discutir a redução da maioridade penal, mas aumentar o período em que os jovens permanecem na escola, com investimentos em educação e saúde.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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