São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Irã espera resposta dos EUA sobre condições para reabrir Estreito de Ormuz

Abbas Araghchi diz que intermediários do Catar levarão a Washington as condições iranianas para liberar a passagem marítima.

Irã espera resposta dos EUA sobre condições para reabrir Estreito de Ormuz

O Irã espera receber nesta terça-feira (29) uma resposta dos Estados Unidos sobre a proposta para reabrir o Estreito de Ormuz, afirmou o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi.

Araghchi está em Nova York para a Assembleia Geral da ONU. Ele disse que intermediários do Catar discutiram ideias com o Irã e devem apresentar novamente o tema ao governo americano antes de comunicar a posição de Washington.

O ministro afirmou que os cataris esperavam uma solução até terça-feira. Segundo ele, as negociações estão concentradas exclusivamente no estreito, cuja reabertura depende do cumprimento de condições já comunicadas aos Estados Unidos.

A passagem marítima é importante para o transporte mundial de combustíveis. Antes da guerra, quase 20% do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo passavam por Ormuz.

Condições do Irã

Entre as exigências apresentadas por Teerã estão um cessar-fogo de sete dias em todo o Oriente Médio e o desbloqueio de ativos iranianos congelados no exterior.

O Irã bloqueou o estreito depois do início das hostilidades, e os Estados Unidos responderam com um bloqueio aos portos iranianos. O conflito começou com ataques americanos e israelenses contra o Irã no fim de fevereiro.

Na semana passada, Araghchi participou de conversas com os enviados americanos Steve Witkoff e Jared Kushner. As negociações terminaram com resultados limitados, segundo as informações atribuídas ao ministro.

A proposta sobre Ormuz ocorre enquanto a passagem está no centro do confronto entre Washington e Teerã. A posição americana sobre as condições iranianas ainda era aguardada nesta terça-feira (29).

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5