São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

FDA autoriza robô autônomo para coleta de sangue nos Estados Unidos

Chamado Aletta, o sistema localiza a veia e realiza a coleta, mas precisa de supervisão profissional em ambientes ambulatoriais.

FDA autoriza robô autônomo para coleta de sangue nos Estados Unidos

A Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) autorizou o uso do Aletta, primeiro robô autônomo para coleta de sangue no país. O equipamento só pode operar em ambientes ambulatoriais e deve permanecer sob supervisão de um profissional.

Um ensaio clínico registrou sucesso na primeira punção em 94,5% das tentativas. No mesmo estudo, 90% dos participantes avaliaram que a dor foi menor ou semelhante à da coleta manual. O sistema também não apresentou eventos adversos moderados ou graves durante o ensaio.

“A coleta de sangue é um dos procedimentos médicos mais comuns nos Estados Unidos, mas os pacientes podem enfrentar atrasos devido à crescente escassez de flebotomistas treinados”, afirmou Michelle Tarver, diretora do Centro de Dispositivos e Saúde Radiológica da FDA.

Como o Aletta faz a coleta

O paciente é orientado a posicionar o braço. Depois, o próprio paciente ou o profissional responsável aperta um botão para iniciar o procedimento. O robô usa luz infravermelha próxima e ultrassom Doppler para encontrar uma veia adequada e diferenciá-la de artérias.

Após identificar o vaso, o Aletta executa automaticamente as etapas da coleta: coloca o torniquete, prepara a pele, insere e descarta a agulha, troca os tubos e aplica o curativo. O flebotomista precisa iniciar cada sessão, permanecer disponível no local e conferir se os tubos foram preenchidos na sequência correta e de maneira adequada.

Se o equipamento não encontrar uma veia apropriada, ele não inicia a coleta. Caso o paciente se movimente demais, a agulha se solta e o procedimento é interrompido.

Durante o exame de ultrassom, o robô aplica desinfetante continuamente na pele. Entre um paciente e outro, a higienização do dispositivo é feita por um profissional treinado. A tecnologia foi desenvolvida pela Vitestro, empresa de robótica médica da Holanda.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5