São Bernardo do Campo, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
Brasil

Anvisa orienta consumidor a verificar autorização de pomadas capilares

Consulta deve incluir o nome completo do produto e o número do processo informado na embalagem ou pela loja on-line.

Anvisa orienta consumidor a verificar autorização de pomadas capilares

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) orienta os consumidores a conferir se uma pomada capilar está autorizada antes da compra ou do uso. A consulta deve ser feita pelo nome completo do produto na relação de pomadas autorizadas pela agência.

Também é necessário verificar o número do processo do cosmético na Anvisa, informação que aparece na embalagem. A identificação segue o formato 25351.XXXXXX/20XX-XX. Quando a compra for pela internet e o número não estiver no anúncio, a recomendação é pedir o dado à loja antes de finalizar o pedido.

A agência orienta ainda que os produtos sejam comprados em estabelecimentos regularizados. O consumidor deve ler com atenção as instruções e as advertências do rótulo.

Se não for possível confirmar a autorização, a pomada não deve ser usada até que a situação seja esclarecida. A Anvisa também recomenda desconfiança diante de promessas de tratamentos milagrosos.

Finalidade do produto

Pomadas usadas para trançar, modelar ou fixar os cabelos têm finalidade cosmética. Por isso, não devem ser divulgadas como solução para tratar ou curar doenças como calvície, alopecia ou dermatite seborreia, uma inflamação crônica da pele que provoca escamas amarelas gordurosas e caspa no couro cabeludo.

Se atingir os olhos

Se a pomada entrar em contato com os olhos, é preciso lavá-los imediatamente com água em abundância. Se a irritação persistir, a orientação é procurar imediatamente o serviço de saúde mais próximo e, depois, notificar a Anvisa. A informação ajuda a vigilância sanitária a adotar as medidas necessárias.

Para reduzir o risco de acidentes, a agência recomenda lavar os cabelos depois do uso, mantendo a cabeça inclinada para trás. Assim, diminui a possibilidade de o produto escorrer para os olhos.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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