São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Carros

BYD apresenta novo Dolphin Mini maior e com motor traseiro

Hatch elétrico ganha mais espaço, potência e porta-malas dianteiro, mas ainda não teve bateria e recarga rápida detalhadas.

BYD apresenta novo Dolphin Mini maior e com motor traseiro
Foto: BYD/Divulgação

A BYD apresentou a segunda geração do Dolphin Mini, hatch elétrico que cresceu, ficou mais potente e passou a usar motor elétrico traseiro. O modelo também é conhecido como Great Seagull e foi anunciado após uma série de flagras e especulações.

O novo carro tem 4,20 metros de comprimento, 1,81 m de largura e 1,57 m de altura. O modelo vendido no Brasil mede 3,78 m, 1,71 m e 1,58 m, respectivamente. O entre-eixos também aumentou, de 2,50 m para 2,65 m, mesma medida do Geely EX2.

A BYD ainda não informou o tamanho do porta-malas traseiro, mas incluiu um compartimento dianteiro, chamado de frunk. Com isso, o hatch passa a ter uma área adicional para bagagens, além do espaço na parte traseira.

Mais potência e nova suspensão

A mudança na posição do motor elevou a potência para 129 cv, contra 75 cv do Dolphin Mini vendido no Brasil. O torque ainda não foi divulgado. Como o Geely entrega 15,3 kgfm, a estimativa é que o novo BYD se aproxime dos 20 kgfm.

A suspensão traseira também mudou. O eixo de torção foi substituído por uma arquitetura independente multilink. Os pneus agora são 205/60 R16, maiores que os 175/55 R16 usados no modelo atual.

O visual mantém parte da identidade do Dolphin Mini, especialmente nas laterais. Os faróis ficaram mais finos, o para-choque tem novo desenho e a traseira abandonou as lanternas interligadas.

Por dentro, o carro recebeu um volante de dois raios e uma central multimídia maior. Não há quadro de instrumentos acima do volante, e as informações para a condução ficarão concentradas na tela central, solução semelhante à do Volvo EX30.

A BYD ainda não revelou a capacidade da bateria nem informou se o novo Dolphin Mini terá recarga rápida. O teto também ganhou um sensor LiDAR, indicando a presença de um pacote ADAS com nível dois ou superior.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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