São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Renan Santos propõe metas para definir repasses federais aos estados

Candidato do Missão também prometeu cortar R$ 250 bilhões em gastos e se posicionou contra o fim da escala 6x1.

Renan Santos quer mudar divisão de recursos entre estados: 'Vamos premiar quem vai bem e punir quem vai mal'
Foto: Rodrigo Sargaço/EPTV

O candidato Renan Santos (Missão) quer mudar a forma como o governo federal distribui recursos entre os estados. A proposta prevê metas para a execução do orçamento público e maior retenção de verbas nos estados que, segundo ele, têm melhores resultados.

Durante um evento na praça José Bonifácio, no centro de Piracicaba (SP), nesta quinta-feira (24), Renan criticou o atual modelo do pacto federativo, conjunto de regras que define a divisão de poderes, competências e recursos entre União, estados, Distrito Federal e municípios.

Ao ser questionado sobre São Paulo arrecadar mais e receber menos, o candidato citou o estado, Santa Catarina e Minas Gerais como exemplos de locais que “pagam a conta”. Na avaliação dele, o governo federal repassa dinheiro de forma desproporcional a estados que não atingem resultados.

“Vamos premiar quem vai bem e nós vamos punir quem vai mal, em seus municípios e em seus estados”, afirmou Renan.

Comércio e gastos públicos

O candidato também se posicionou contra o fim da escala de trabalho 6x1. Ele afirmou que a mudança poderia fechar comércios e aumentar o desemprego e a informalidade.

Para estimular o setor, Renan prometeu cortar R$ 250 bilhões em gastos do governo federal. A redução teria como alvo o que chamou de “mamata de político, de judiciário, de militar”.

Segundo o candidato, o corte de despesas pressionaria pela queda da taxa de juros, classificada por ele como “extorsiva” e de “agiota”. A expectativa apresentada é que isso permita oferecer crédito mais barato para lojistas investirem nos negócios.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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