São Bernardo do Campo, Sábado, 3 de outubro de 2026
Brasil

Tempestades deixam Creta sob alerta vermelho e causam danos

Inundações bloquearam estradas, atingiram áreas turísticas e obrigaram a retirada de moradores e visitantes na ilha grega.

Tempestades deixam Creta sob alerta vermelho e causam danos

Chuvas intensas provocaram inundações, deslizamentos e danos em diferentes áreas de Creta, a maior ilha da Grécia. A situação levou à retirada de alguns turistas e deixou a ilha sob alerta vermelho, o nível mais alto de vigilância meteorológica.

Em Ierapetra, no sudeste, estradas foram bloqueadas por destroços carregados pelas enxurradas. Uma mulher foi levada ao hospital por precaução, e alguns turistas precisaram ser retirados. O prefeito Emmanouil Fragkoulis afirmou que a cidade enfrentava problemas graves por causa do grande volume de água.

Na estrada entre Ierapetra e Sitia, na costa nordeste, 23 pessoas ficaram presas dentro de seus veículos. Um táxi que levava três turistas também foi arrastado pela correnteza e acabou parado contra um talude. O motorista e os passageiros conseguiram sair sem ferimentos.

Em Chania, um dos principais centros turísticos da ilha, a forte agitação do mar danificou o histórico porto veneziano, além de restaurantes e outros estabelecimentos ligados ao turismo. No mar Egeu, os ventos fortes interromperam parte do tráfego marítimo, e numerosos ferries permaneceram atracados nos portos de Pireu, Lavrio e Rafina durante boa parte do dia.

As equipes de resgate atuaram na liberação de estradas afetadas por pequenos deslizamentos e pelo acúmulo de materiais trazidos pela chuva. A Defesa Civil pediu que moradores de várias localidades reduzissem os deslocamentos e procurassem áreas elevadas.

Oito funcionários do parque nacional das Gargantas de Samaria ficaram isolados. As autoridades informaram que eles estavam em segurança e tinham alimentos, medicamentos e abrigo.

Entre sexta-feira e a tarde de sábado, o departamento de Chania registrou 420 milímetros de chuva, conforme o Observatório Nacional de Atenas.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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