São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Burnham admite discutir retorno do Reino Unido à União Europeia

Primeiro-ministro britânico quer levar diferentes alternativas para a relação com o bloco a uma cúpula prevista para este ano.

Burnham admite discutir retorno do Reino Unido à União Europeia

O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, afirmou nesta quarta-feira (30) que o retorno do Reino Unido à União Europeia (UE) está entre as alternativas para o futuro da relação entre os dois lados. Ele não indicou qual caminho prefere.

A proposta é apresentar diferentes possibilidades em uma reunião de cúpula entre o Reino Unido e a UE, prevista para acontecer até o fim do ano. Burnham falou sobre o tema durante entrevista à BBC Radio 4, um dia depois de discursar no congresso do Partido Trabalhista, em Liverpool.

Entre as opções mencionadas estão manter a relação atual, voltar à união aduaneira, retornar ao mercado único ou reincorporar o Reino Unido à União Europeia. “Evidentemente, há opções que precisamos considerar e temos que analisar o que é viável”, afirmou o primeiro-ministro.

Burnham fez campanha contra a saída do bloco em 2016. Na terça-feira (29), declarou que o Brexit causou mais prejuízos do que benefícios ao país, especialmente na economia. No início de junho, antes de assumir o governo, ele havia dito que esperava que o Reino Unido voltasse à UE.

Relação com a União Europeia

O Partido Trabalhista chegou ao poder em 2024 com um programa de aproximação da União Europeia. A proposta, porém, mantinha três limites: não retornar à união aduaneira, não voltar ao mercado único e não restabelecer a livre circulação de pessoas.

A reunião entre os dois lados estava inicialmente marcada para julho, mas foi adiada após a renúncia, naquele mês, do então primeiro-ministro Keir Starmer. Burnham sucedeu Starmer como líder do partido e chefe de Governo.

Outro tema previsto para a cúpula é a política “Made in Europe”. A iniciativa da UE busca priorizar empresas e produtos do bloco em determinados setores. O Reino Unido quer que suas empresas recebam o mesmo tratamento.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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