São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Augusto Cury propõe fim das bets ou imposto de até 60% sobre plataformas

Em agenda de campanha em Belo Horizonte, candidato afirmou que as apostas causam dependência grave e defendeu medidas contra o setor.

Em BH, Cury defende extinção ou taxação de bets: “Dependência grave”.Vejavídeo
Foto: Larissa Ricci/Metrópoles

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) defendeu neste domingo (27/9) que as bets sejam extintas ou recebam uma tributação de até 60%. Durante uma agenda de campanha na capital mineira, ele afirmou que as apostas provocam dependência grave.

Cury disse que as empresas deveriam ser retiradas do mercado ou taxadas em nível semelhante ao aplicado a produtos considerados nocivos. Para ele, a cobrança poderia ficar entre 50% e 60%, como forma de conter a expansão das plataformas.

“As bets precisam ser enquadradas”, declarou o candidato. Ele comparou a atividade ao cigarro e afirmou que as apostas geram uma reação rápida e explosiva, associada, segundo sua avaliação, ao ciclo da dopamina e da serotonina. Cury também relacionou esse efeito a um nível de dependência semelhante ao da cocaína.

O presidenciável afirmou ainda que há pessoas afastadas do trabalho por causa da dependência em apostas. “Há centenas de pessoas que já estão afastadas no INSS porque estão dependentes das bets”, disse.

A declaração ocorreu após o tema ganhar espaço na reta final da campanha presidencial. Na sexta-feira (25/9), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou uma medida provisória com o objetivo de encerrar o funcionamento das plataformas de apostas no país.

Agenda em Belo Horizonte

Cury participou de uma carreata com apoiadores na manhã deste domingo. O ato, chamado de “Carreata da Vitória da Paz”, começou às 10h30, com concentração na Praça do Papa, no bairro Mangabeiras, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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