São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Estudantes de Igarassu ficam em segundo lugar em feira científica no Paraguai

Projeto sobre manguezais desenvolvido em escola pública garantiu às estudantes uma vaga em feira de ciências no Equador em 2027.

Estudantes de Igarassu ficam em segundo lugar em feira científica no Paraguai

Duas estudantes do Centro de Educação Integral Fernando Henrique Lucena, em Igarassu, na Região Metropolitana do Recife, conquistaram o segundo lugar na Feria Departamental de Ciencia y Tecnología (FEDECYT), em Villeta, no Paraguai. Maria Giulia Batista Farias Torres e Willyane Jessica Santos Lima, ambas com 15 anos, foram as únicas brasileiras premiadas na competição, realizada na última quinta-feira (17).

Alunas do 9º ano, elas apresentaram o projeto “Gestão Sustentável dos Manguezais de Igarassu”. A pesquisa usa sensores e microcontroladores Arduino para acompanhar parâmetros da qualidade da água, como o pH. A proposta é utilizar os dados coletados para monitorar as condições dos manguezais e contribuir para a preservação do ecossistema.

Durante o desenvolvimento, as estudantes fizeram testes e aperfeiçoaram o protótipo com orientação da professora Alessandra Arcanjo e acompanhamento no laboratório 7.0 do Sistema de Ensino Dulino.

A participação na competição internacional veio depois de outras etapas. Na Expoceti, feira regional, a dupla ficou em segundo lugar e recebeu a credencial para disputar a Febratec. Na competição nacional, o projeto ganhou o primeiro lugar e a medalha de ouro, resultado que garantiu a viagem ao Paraguai.

Com a nova colocação, Maria Giulia e Willyane também conquistaram uma vaga na Feria de Ciências e Tecnologia do Equador, prevista para 2027.

Para Aline Guedes, monitora do laboratório 7.0, a experiência ajudou as estudantes a desenvolverem mais confiança na própria capacidade de produzir ciência. Ela afirmou que as alunas partiram de uma questão relacionada ao território onde vivem e buscaram uma solução com ciência e tecnologia.

As estudantes disseram esperar que a trajetória incentive outros jovens a criar projetos científicos na escola. “A gente quer que outros estudantes olhem para a nossa história e pensem: eu também posso”, afirmou Giulia.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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