São Bernardo do Campo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Ataques russos atingem ferrovias, portos e postos de gasolina na Ucrânia

Ofensiva matou duas pessoas e feriu outras sete, segundo autoridades ucranianas; cargueiro também foi atingido no sul do país.

Ataques russos atingem ferrovias, portos e postos de gasolina na Ucrânia

Ataques russos contra estruturas de transporte civil na Ucrânia mataram ao menos duas pessoas nesta quarta-feira (23), segundo autoridades ucranianas. Postos de gasolina, ferrovias e instalações marítimas foram atingidos, enquanto incêndios ocorreram em armazéns de medicamentos e alimentos.

Na capital, um homem de 42 anos morreu após um ataque de drones russos contra um posto de gasolina. Outras sete pessoas ficaram feridas, informou o prefeito Vitali Klitschko. A rede ferroviária de Kiev também foi alvo. O diretor do serviço de ferrovias do país, Oleksandr Pertsovsky, pediu máxima vigilância aos passageiros.

Kiev, cidade com quase três milhões de habitantes, vem sendo atingida por ataques intensos com drones há vários dias. O presidente Volodimir Zelensky afirmou que a Rússia tenta paralisar a economia e destruir a vida da população.

Ataque no sul

Na região de Odessa, um cargueiro com bandeira de Antígua e Barbuda foi atingido. O capitão ucraniano morreu, de acordo com o governador Oleg Kiper. O ataque também alcançou outras instalações e provocou incêndios em armazéns que guardavam medicamentos e alimentos, informou o governador no Telegram.

A intensificação dos ataques neste ano provocou o bloqueio quase total das exportações ucranianas pelo Mar Negro, com prejuízos à economia do país.

Segundo a Câmara de Comércio Marítimo da Turquia, Imeak, pelo menos 226 navios civis e comerciais foram atingidos no Mar Negro desde o início da invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022. Quase 70% dos ataques — 163 — ocorreram nos primeiros oito meses deste ano.

Texto produzido pela Redação Finanças em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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